Era uma vez a república da lapa!
Tudo ia bem da lapa a Belém.A malta juntavasse,bebia uns nectares divinos que enchiam a barriga e falava das sereias que já tinham caído no prato de alguns ou escorregado do prato de
outros.Estar,relaxar e pouco pensar.Assim eram passadas as tardes da juventude “estrelina”.
A vida não era só sedentarismo e,assim sendo Tomas Ramos “O” Deus do seu pequeno Olimpo acumulou ás suas variadas funções artísticas o pelouro de Apolo e,que nem imperador Juliano começou a organizar jogos épicos no pavilhão da sua freguesia.Os resultados não ficariam para a história e o desporto seriá eterno!
Belos tempos,belos tempos.Alegria,Magia e emoção no seio deste belo e dinâmico séquito,mas acima de tudo,muita e ternurrenta amizade...até que...o pavilhão tornousse em uma arena e os estrelinos não pretendiam de todo ser atirados aos leões.
Uns quantos jovens com direito a cidadania não se contentaram com o jogo de equipa(se é que algum dia o praticaram) e assim foi, Bernardo, Serrado de forças que nem Popeye sem Olivia palito de vez em vez la comia os seus espinafres e julgava ser invencível não só no seu ,mas em todos os redutos, até que mais cedo ou menos tarde esbarrava nas artes ninjas de Yuri Gagarin ou nas pernas longas de Duarte o Curto.
Francisco,a eterna jovem promessa da grande família Barreto que tem berço no Norte e sede na Lapa decidiu que pretendia para si,apenas e só,o dom da finta e,que nem hobbit de contos épicos agarravasse a bola enquanto bradava aos céus:”preciosa...a minha preciosa”.
Quais passes de costa a costa de Didi,qual velocidade dissimulada(que nem Pedro Barbosa) de Tomas Ramos “o” Deus,Francisco Barreto criou a sua própria equipa,o sua própria designação e,que nem Napoleão auto-intitulou a sua própria pessoa como “ZAOK”,o Imperador da finta. A longo prazo ficou de todo impossível para os demais pertencerem a algo que um homem “Show” faz.Valeram os seus laços familiares com os Anglo-Saxónicos,que, com Micheal á Proa defenderam os seus interesses,firme, que nem as colunas do Pártenon.Se assim não fosse,ui, á muito que a estrutura já tinha ruido,lembrar que nem Caius Júlio foi capaz de domar os Bretões!!
O Circo estava instalado! Marcos Juliano Decimus Terceiros,descendente directo de Vénus e o seu carinho de estimação por uma grande necessidade de protagonismo não podiam deixar que estes indivíduos levassem a sua avante(foi aqui que a malta deixou de ser “Camarada”).
Aliou-se a Bruno Juliano Metello,parente de sangue e inimigo de estimação das técnicas operacionais de “ZAOK” e decidiram fundar o seu próprio clube.
Para ajudar a Festa,ao que parece, Tomas Ramos “O” Deus andou a fazer a colheita as diferentes tribos mas em vez de ofertar esses mesmos impostos aos deuses de Marte,cedeu-os a Baco e Cupido.Pegou na sua bela fortuna e ausentou-se dos seus aposentos(morada fictícia deixada nos registos do pavilhão lapense) e comprou uma bela mansão com vista para o Rio.
Foi o fim de um belo capítulo, nos encontros seguintes o resultado já contava bem mais que o desporto.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
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